Guimarães 2030: proteção dos recursos hídricos é prioridade
16 de Fevereiro, 2019
As diferentes dimensões dos recursos hídricos despoletou o debate na segunda reunião do Conselho Consultivo da Estrutura de Missão Guimarães 2030, realizada esta sexta-feira, 15 de fevereiro, no Laboratório da Paisagem.
As conclusões desta segunda reunião do Conselho Consultivo, no âmbito da Estrutura de Missão para o Desenvolvimento Sustentável, Guimarães 2030, serão vertidas para o Conselho Especializado nesta área que conta com a participação de várias entidades, como a Agência Portuguesa do Ambiente, Águas do Norte, Tratave, Câmara Municipal de Guimarães, Laboratório da Paisagem, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e Universidade do Minho.
Entre as principais preocupações, prioridades e ideias para proteger e tratar o recurso da água, os diferentes grupos de trabalho consideraram os seguintes aspetos: mais separação das águas pluviais e residuais, mais sensibilização, mais monitorização e informação ao público, mais fiscalização, mais responsabilização pessoal, mais coimas, criação de sistemas de descriminação positiva quem investe e está a fazer algo positivo, existência de um manual de boas práticas para empresas e trabalhar no sentido de criar praias fluviais. Foi igualmente focado o aspeto positivo da existência das Brigadas Verdes, devendo ter acesso às margens dos rios que estão na posse de privados, para promoverem ações de limpeza.
Ficou patente a necessidade de multiplicar estas sessões do conselho consultivo focadas no tema dos recursos hídricos e também incorporar uma dimensão mais técnica.