Questões do foro interno estiveram na base da demissão de Rui Leite da presidência da CERCIGUI. O motivo pelo qual decidiu deixar a direção daquela instituição foi explicado num comunicado emitido esta tarde. No documento, Rui Leite, considera esta “a resolução mais certa, e a mais benéfica” neste momento para a CERCIGUI. Rui Leite refere que valores como “cooperação, confiança, confidencialidade, integridade e responsabilidade”, são fundamentais e “foram quebrados”, situação pela qual terá sugerido a saída de um dos elementos do conselho de administração, facto que não foi aceite. Ora, perante a “intransigência apresentada” Rui Leite adianta que resolveu apresentar a sua própria demissão. Rui Leite acrescenta ainda que permanecer em funções “seria validar e compactuar com ações e omissões manifestamente violadoras dos seus princípios e com consequências nocivas para a instituição”. “Legalmente não tenho a opção de demitir nenhum membro e enquanto presidente da CERCIGUI, porque estou aqui para servir e não para ser servido, zelei pelo superior interesse da instituição e perante a intransigência apresentada resolvi eu apresentar a minha demissão. Permanecer nas minhas funções seria validar e compactuar com ações e omissões manifestamente violadoras dos meus princípios e com consequências nocivas para a instituição pelo que, conscientemente e a bem da CERCIGUI, só me restou demitir-me do cargo”, pode ler-se no comunicado.






